Esta não é minha, mas vale a pena ser citada.
Sabe quando sua namorada fala que gosta que você seja sincero com ela? Que fale o que pensa? Que se abra, sem medos? Então, não é para acreditar, OK? Este é o erro mais comum dos homens. E de vez em quando a coisa pode ficar praticamente impossível de ser consertada.
Tenho um primo que passou por isto. A namorada dele sempre esteve meio fora do peso, brigando contra a balança. E ele nunca pareceu se importar com isto, mas para ela emagrecer era muito importante.
Um dia ela perguntou para ele se ela tinha emagrecido, se a dieta estava funcionando. Ele não teve dúvidas e respondeu:
- A dieta não está funcionando, mas eu acho bom, sabe por que? Porque eu adoro pelanca! Adoro uma pele flácida, uma estria, as dobras nas suas costas...
E o pior de tudo é que ele gosta mesmo, e acha a namorada bonita e sexy. Mas depois desta ele passou uns bons meses tentando se acertar com ela, que achou inaceitável o que ele disse...
Let´s Go!
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30.7.12
2.7.12
Shut Up! A boa oportunidade de ficar quieto
Inaugurando a coluna Shut Up no meu blog! Sabe aquela belíssima oportunidade de calar a boca que você perdeu? Então, eu sou igual, várias vezes perdi o momento certo e resolvi falar alguma bobagem.
Quando eu morava com minha mãe, final da adolescência, tive uma conversa com ela. Na verdade foi um DR básico. Eu trabalhava, estudava e estava envolvido até a medula com Arte. Minha mãe, preocupada com este papo de Arte, me chamou um dia na cozinha:
- Filho, estou preocupada com seu futuro! Você fica fazendo teatro, tocando teclado, estudando artes plásticas, só vai ao cinema e exposições. Me diga: O que você faz de concreto?
Eu, infelizmente, não resisti...
- De concreto, mãe? Hummm, acho que de concreto mesmo eu só faço cocô...
Como era uma resposta inesperada, minha mãe sequer compreendeu o que eu tinha acabado de falar. Deu três segundos de cara de cachorro (com a cabeça virada para o lado, sabe?), levantou e nunca mais falamos sobre o assunto. Acho que foi a melhor resposta, acho...
Quando eu morava com minha mãe, final da adolescência, tive uma conversa com ela. Na verdade foi um DR básico. Eu trabalhava, estudava e estava envolvido até a medula com Arte. Minha mãe, preocupada com este papo de Arte, me chamou um dia na cozinha:
- Filho, estou preocupada com seu futuro! Você fica fazendo teatro, tocando teclado, estudando artes plásticas, só vai ao cinema e exposições. Me diga: O que você faz de concreto?
Eu, infelizmente, não resisti...
- De concreto, mãe? Hummm, acho que de concreto mesmo eu só faço cocô...
Como era uma resposta inesperada, minha mãe sequer compreendeu o que eu tinha acabado de falar. Deu três segundos de cara de cachorro (com a cabeça virada para o lado, sabe?), levantou e nunca mais falamos sobre o assunto. Acho que foi a melhor resposta, acho...
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